quarta-feira, 14 de julho de 2010

Diário de bordo


A fonte da pipa já existe há mais de mil anos.
A fonte da pipa já existe há quase um ano para nós.
É tempo de começar a descrever tudo o que tem sido esta experiência para nós. Comprar o espaço foi o mais fácil. Pelo menos assim parece. Povoá-lo, protegê-lo, conservá-lo, fazê-lo florescer - esses são os grandes desafios. São às centenas as ideias que fluem das nossas mentes para o espaço.

Neste ano já se passaram algumas coisas que infelizmente a nossa preguiça colectiva nos impediu de documentar como deve ser. A saber:
- a primeira vez que vimos a fonte da pipa
- a compra da fonte da pipa
- a reparação do buraco no telhado da casa principal
- o assalto permanente às silvas
- a primeira plantação de árvores
- a primeira limpeza de mato
- o piquenique de 3 de julho no leito do rio
- e outras mais

A foto é de Maio deste ano, da limpeza da mata (uma milionésima parte dela, pelo menos).

Abreijos,

Nuno

2 comentários:

  1. Quanto à dificuldade de documentar cada uma das etapas, poderemos tentar colmatar as faltas com material das nossas primeiras visitas (minhas e da Ziza).
    Quanto à missão que temos pela frente: é à medida da grandeza que desejamos ter. Ciclópica para quem somos hoje, possivelmente banal para quem seremos daqui a 10 anos.
    Contra os canhões, marchar, marchar.

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  2. Como estive,até hoje,em todos pequenos/grandes eventos,aproveito para dar o meu contributo lembrando um poema de Manuel Alegre "Com as mãos se faz a paz se faz a guerra. Com as mãos tudo se faz e de desfaz. Com as mãos se rasga o mar. Com as mãos se lavra. Não são de pedras estas casas, mas de mãos." Então mãos à obra.
    Manuel

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